Combate naval: conheça as máquinas de guerra na água

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Confira a matéria especial que pode lhe iniciar na vida de “mestre dos mares”.

Eles são puro aço deslizando imponentes pelos oceanos e rios. Sempre prontos para o combate, e carregados de chumbo grosso em seus “porões”, os navios de guerra possuem diversas classificações que distinguem suas especialidades em alto mar. Quem nunca afundou um destroyer, um couraçado ou um porta-aviões num jogo de batalha naval? Pois é, hoje o blog INVICTUS vai falar um pouco mais sobre as máquinas de guerras marítimas e fluviais.

Uma verdadeira galera

Se pra colocar um navio em plenas condições de combate hoje é necessário um bom contingente, imagina antigamente. Os “combates tribais” nos mares, protagonizados pelos povos antigos (e aqui os fenícios quem dominavam), eram realizados com embarcações movidas a tração humana. Era assim com os gregos, romanos, egípcios e até nas águas nórdicas dos vikings.

 

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Então, você já deve ter visto algum filme com compartimentos e mais compartimentos abarrotados de homens sujos remando, entre chibatadas e gritos, com remos colossais pra fora de barcos de madeira. Então: esse é um exemplo de embarcação egípcia que se chama “galera” e, talvez por isso, o termo seja hoje utilizado para denominar “muita gente”.

Vamos à batalha naval

Mas pularemos a parte das naus imperiais e navios piratas, vamos esquecer um pouco os conveses de madeira e partir para o combate pesado com chapas de ferro, canhões modernos, motores brutos e radares apontando a direção ou aproximação traiçoeira do inimigo. Os monstros abaixo podem compor esquadras implacáveis.

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Porta-aviões

Dispensável falar do gigantismo dos porta-aviões. Vamos direto ao ponto: sua função no combate. Considerado o coração de uma frota, esses aeroportos flutuantes deram novos rumos ao combate militar, já que, além de base móvel para inúmeras tropas, agrega o diferencial aéreo.

Durante a Segunda Guerra os japoneses, detentores de uma larga frota de porta-aviões, utilizavam seus aeroportos do mar para lançar seus kamikazes para as batalhas no Pacífico. Vendo as baixas, os Estados Unidos então tiveram que tomar medidas para dizimar as frotas orientais.

Alguns porta-aviões podem operar a decolagem simultânea de até quatro aeronaves. Atualmente os Estados Unidos detêm a maior frota dessas máquinas de guerra, como por exemplo o navio da classe Nimitz, com 90 mil toneladas de deslocamento, dois reatores nucleares e quatro turbinas a vapor. Um brinquedinho de 4,5 bilhões de dólares.

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Cruzador

Não, esse não é o Bebeto cruzando a bola pro Romário estufar a rede na Copa de 94. O cruzador, quanto parte de uma esquadra, pode não soar conhecido, mas ele, hoje, é o substituto da famosa “fragata”, especialmente por ser maior e navegar com mais poder de fogo que elas.

Por muito tempo o cruzador foi tido como um navio de exploração, porém atualmente tem servido a algumas marinhas de guerra como um bom lançador de mísseis teleguiados. Em especial atenção aos russos, que apresentam excelentes cruzadores, inclusive, com pistas de pouso e decolagem lateral, transformando a embarcação num mini porta-aviões.

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Corveta

Após a Segunda Guerra Mundial a corveta passou a ser considerada um navio de escolta ou de patrulha, já que realiza deslocamentos de 500 a 2000 toneladas. As corvetas modernas têm ainda a seu favor características de rapidez em velocidade e execução de manobras.

Além disso, outro ponto que contribuiu na evolução dessa embarcação foi a acoplagem de artilharia de grosso calibre, como lança-mísseis e torpedos, oferecendo ainda hangares para abrigar helicópteros.

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Contratorpedeiro

Talvez contratorpedeiro não seja a forma mais forte e conhecida de chamá-lo, na verdade este é o destroyer – e pelo nome você já pode imaginar a função dessa potência estratégica.

É uma embarcação clássica utilizada para escoltar navios maiores na esquadra, muito eficiente contra, obviamente, torpedeiros e, com a evolução das tecnologias, é capaz também de combater aeronaves e submarinos. Além de grande poder de fogo, ele é marcado pela rapidez e agilidade em manobras.

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Submarino

Comete um grande erro aquele que se esquece do invisível das profundezas. Na batalha dos mares, os submarinos têm papéis determinantes. Eles podem inclusive pôr fim numa batalha, dada sua capacidade de carregar e disparar ogivas nucleares – é claro que essa parte ninguém quer que seja testada, né?

Mas, é bom conhecer o leque de combate desses monstros que operam no silêncio de águas salgadas ou doces. Essas “máquinas de apneia” são extremamente difíceis de abater, sendo praticamente caçadas pelo som – que pela água viaja com mais facilidade. Outra curiosidade são os submarinos porta-aviões. Não, você não leu errado, eles existiram, e pra provar, o blog INVICTUS encerra essa matéria com uma foto bem curiosa.

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Na matéria de hoje conhecemos um pouquinho mais da guerra nos mares, falando de algumas categorias de embarcação que compõem esquadras navais. E aí, quem ficou com vontade de jogar batalha naval? Fica esperto, vou chutar no B6 e avariar seu porta-aviões.

Invictus

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